Os brasileiros que moram no exterior precisam cumprir o seu dever de eleitor. Quem não se cadastrou até o dia 4 de maio e não foi às urnas, precisa justificar a ausência, tanto no primeiro, quanto no segundo turno.
Quase 700 mil brasileiros que vivem em outros países estão aptos a votar no domingo, é um número recorde de eleitores no estrangeiro. O Brasil criou assembleias de voto em 159 cidades, num total de 97 países.
Em Portugal, são 80.896 eleitores que vão às urnas em Lisboa, Porto e Algarve – o maior colégio eleitoral brasileiro da Europa. A capital tem o maior número de votantes: 45.273. As urnas estão montadas na Faculdade de Direito de Lisboa.
A imprensa portuguesa está a falar sobre a “segunda volta”. A votação vai ocorrer das 8h às 17h, horário de Lisboa que no Brasil corresponde a três horas a menos (hoje ainda estamos há 4 horas de diferença, mas na madrugada de domingo acaba em Portugal o horário de verão). O cônsul-geral do Brasil em Portugal, Wladimir Valler Filho, falou aos jornalistas que nos locais de votação vão ocorrer algumas alterações nos acessos para agilizar e evitar aglomerações e atrasos no processo. No primeiro turno, foi preciso ampliar o horário da votação, porque havia muita gente na fila.
Nas eleições mais polarizadas da história do Brasil e marcada, principalmente, por trocas de ofensas e discursos de ódio nas redes sociais, só espero que a democracia e a honestidade prevaleçam. Que não sejam registradas fraudes, e que o presidente eleito faça o melhor pelo país, com todos os desafios e problemas que os novos tempos nos apresentam.
Boas eleições e até segunda!